Palavras, sois eternas eremitas,
sois furnas de segredos ominosos
cavadas em infernos trogloditas.
(H.T. de Repugnantia)
Hell is calling! We cannot be denied!
Fly to the blackness of the storm!
(Manowar)
Voai para outras risonhas plagas,
Cisnes brancos! Sede felizes...
(Alphonsus de Guimaraens)
Alles, was tief ist, liebt die Maske; die allertiefsten Dinge haben sogar einen Hass auf Bild und Gleichniss. Es giebt Vorgänge so zarter Art, dass man gut thut, sie durch eine Grobheit zu verschütten und unkenntlich zu machen; es giebt Handlungen der Liebe und einer ausschweifenden Grossmuth, hinter denen nichts räthlicher ist, als einen Stock zu nehmen und den Augenzeugen durchzuprügeln: damit trübt man dessen Gedächtniss. Es sind nicht die schlimmsten Dinge, deren man sich am schlimmsten schämt: es ist nicht nur Arglist hinter einer Maske, - es giebt so viel Güte in der List. Jeder tiefe Geist braucht eine Maske: mehr noch, um jeden tiefen Geist wächst fortwährend eine Maske, Dank der beständig falschen, nämlich flachen Auslegung jedes Wortes, jedes Schrittes, jedes Lebens-Zeichens, das er giebt.
(F. Nietzsche)
"Eu, filho do carbono e do amoníaco,"
(Augusto dos Anjos)
A mim mesmo.
Índice
Prelúdio
Desvarios do Infinito
A Garganta da Serpente
Legado
Confidentes
Angst
Angst II
Augúrio
Estribilho: Stetit Puella
Contemplação
A Flor
Stella
Estribilho: Na Taberna
Ephemero
Lamento
Mystica, Rubra et Daemonica
Ó Réprobos!
Plenilúnio
Soneto ao filho de Lúcifer
SONETO [Às sete horas da noite rezava]
SONETO [Busco a adaga bruta...]
Dentro do meu crânio
SONETO [Sozinho e sobre o lodo...]
Soneto a um guerreiro
Estribilho: a Boca
Soneto a um incontinente
SONETO [Eis o lodo!...]
Soneto aos Miseráveis
Sonhador
SONETO [À porta do meu quarto Satanás]
IV. Heauton Timorumenos
L'ombre dans les flammes
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O Autor
"- Who... who are you?
- Who? Who is but the form following the function of what... and what I am is a man in a mask.
- I can see that.
- Of course you can. I'm not questioning your powers of observation, I'm merely remarking on the paradox of asking a masked man who he is."
(V for Vendetta)
Não há nada que me produza mais tédio do que escrever sobre mim mesmo. Não que considere essa uma tarefa complicada - ou simples demais para mim -, mas porque sou essencialmente maçante, tudo que é meu se resume a tédio e inaptidão. Não tenho dons especiais ou qualquer outra asneira que faça brilhar alguém.
Sou um indigente pretensioso, catatônico, obstinado, totalmente tautológico, alheio, simplista, desatinado, fanático, boêmio e estróina, filósofo de boteco, metido, perturbado e dogmático, embora criticista e ataráxico. Segundo um caro colega, Desadoc, Poldí No-Perfectus, Poldi, "um gordo bosta, grande merda, que não tem porr... nenhuma na cabeça, caralh..., acha que sabe alguma merda. Desgraça miserável, exemplo deplorável da raça humana, indivíduo redutível a um grande montinho de bosta que ele é e não sabe... esse gordo.
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Todos os versos foram escritos por H.T. de Repugnantia, direitos autorais assegurados pelo registro da obra na Fundação Biblioteca Nacional, nº: 423.323, livro: 585, folhas: 164-178.
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CONTATO
Críticas e insultos podem ser enviados para heauton_timorumenos@hotmail.com